A PÁSCOA DE WILMA DE FARIA E DE IBERÊ FERREIRA DE SOUZA

Posted by casciano in Política | Tagged , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Você sabe a origem da páscoa e a relação do ovo, do coelho e do peixe com Jesus Cristo?

Basta uma busca rápida em sites seguros e confiáveis na internet pra gente pegar algumas informações interessantes, aqui apresentadas sem o rigor e o respeito que os registros religiosos merecem.

O ovo representa a vida, onde imaginava-se que haveria morte, daí a relação com a ressurreição de Cristo e pegou uma carona, agregando-se a história de Jesus Cristo.

O coelho é a fertilidade, outro que também pegou carona na história.

O peixe é o alimento símbolo que Jesus Cristo distribuiu para saciar a fome do povo.

Acrescente-se que em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé e significava Jesus Cristo Filho de Deus e Salvador.

A tradição prega que não se deve comer carne com sangue para se evitar comer o sangue “derramado” por Cristo em favor da humanidade.

Em verdade, em verdade, vos digo:

A origem da Páscoa vem dos tempos do Velho Testamento, em função do êxodo do povo de Israel da terra do Egito.

A Bíblia destaca isso no capítulo 12 do livro do Êxodo. E lá está dito que Faraó, o rei do Egito, não queria deixar o povo de Israel sair, então muitas pragas vieram sobre ele e seu povo.

A décima praga porém, foi fatal : a matança dos primogênitos – o filho mais velho seria morto.

Segundo as instruções Divinas, cada família hebréia, no dia 14 de Nisã, deveria sacrificar um cordeiro e espargir o seu sangue nos umbrais das portas de sua casa. Este era o sinal, para que o mensageiro de Deus, não atingisse esta casa com a décima praga e salvasse o primogênito daquela família.

A carne do cordeiro deveria ser comida juntamente com pão não fermentado e ervas amargas, preparando o povo para a saída do Egito.

De acordo com a narrativa bíblica, à meia-noite todos os primogênitos egípcios, inclusive o primogênito do Faraó foram mortos.

Então Faraó, permitiu que o povo de Israel fosse embora, com medo de que todos os egípcios fossem mortos.

A Páscoa representa, então, a “passagem” ou “passar por cima”, o seu significado em hebraico.

É uma festa Cristã para se recordar e comemorar a libertação da escravidão egípcia e também representa a libertação da escravidão do pecado.

Na Páscoa, deve o Cristão confessar os seus pecados e deles arrepender-se, tirando o orgulho, a vaidade, inveja, rivalidades, ressentimentos, com a cerimônia do lava-pés, assim como Jesus fez com os discípulos, revelando a sua humildade.

Percebo a páscoa pagã, local, aqui do Rio Grande do Norte, como a “passagem” do comando do governo de Wilma de Faria para Iberê Ferreira de Souza, o que, em princípio, deve libertar o povo do Rio Grande do Norte do jugo cruel e desumano a que esteve submetido durante os últimos 7 anos, os 7 anos mais longos e difíceis de se passarem.

É o momento da ex-governadora, responsável pelo jugo do povo norte-rio-grandense, refletir e se arrepender dos pecados por ela cometidos e dos pecados cometidos em nome dela.

Quem sabe assim poderá existir uma ressurreição política?

Mas também é o momento de uma importante decisão do governador Iberê Ferreira de Souza:

Libertar o povo do Rio Grande do Norte do atraso, do engodo e da enganação a que estiveram submetidos nos últimos 7 anos.

Não é necessário enumerar os muitos erros e os pecados cometidos no governo que se encerrou depois de longos 7 anos.

Basta se imaginar que obras inconclusas foram inauguradas e shows de bandas com nomes jocosos (Garota Safada) foram contratadas para participarem de um momento protocolar oficial, a transmissão do cargo de governador.

Só esta pequena amostra revela a ponta do iceberg do péssimo governo que submeteu o povo norte-rio-grandense ao jugo cruel da incompetência, da injustiça, da má fé e das suspeitas de desvios de recursos públicos que deveriam beneficiar o povo, conforme inúmeros processos em fase de investigação e outros já seguindo o seu rito rumo ao julgamento final.

E o povo reza, pedindo que Deus ilumine Iberê para que ele não cometa os mesmos erros.

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