ALTERNATIVAS PARA MANTER O CANAL DO SAL NA PERENIZAÇÃO DO RIO MOSSORÓ

Posted by casciano in Economia, Política | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Semarh discute alternativas técnicas para o projeto do Canal do Sal.

As alternativas técnicas para o projeto do Canal do Sal foram apresentadas esta semana, ao secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Gilberto Jales, na sede da Semarh em Capim Macio.

A ideia é agregar inovação ao projeto como a utilização da água para reúso na agricultura, ampliando o número de beneficiados com o projeto.

O Canal do Sal é um projeto que beneficia a região salineira entre Mossoró, Macau e Areia Branca, preservando o grau de salinidade na área.

O consórcio formado pelas empresas Thecne e Projetec é responsável pelo estudo que apontou as alternativas e posteriormente fará o projeto básico do mesmo.

Técnicos da Semarh e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA/RN) vão se reunir para discutir as alternativas mais viáveis.  Gilberto Jales lembrou durante a reunião que o importante é que o projeto possa beneficiar o maior número de pessoas considerando os aspectos ambientais, econômicos e sociais.

O objetivo do Canal do Sal é dotar a região produtora de sal marinho no rio Apodi/Mossoró de um sistema de proteção por meio do desvio da vazão de estiagem do rio Apodi/Mossoró, de forma que esta vazão, resultante da regularização do rio através da construção da barragem de Santa Cruz, não provoque a diminuição do grau de salinidade hoje existente nas águas captadas pelas salinas.

Após a escolha da melhor alternativa pelos técnicos, a mesma será discutida com a sociedade.

As alternativas apontadas no estudo do consórcio tem área de abrangência na bacia hidrográfica do rio Apodi/Mossoró partindo da Barragem Passagem de Pedra.

O estudo é financiado pelo convênio entre o Banco Mundial e a Semarh através do Programa Semiarido Potiguar (PSP).

Também participaram da reunião o diretor técnico do Idema, Jamir Fernandes, além dos técnicos da Semarh, Idema e das empresas que compõem o consórcio responsável pelo estudo.

Texto: Ana Luiza Cardoso. Foto: Divulgação.

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