BAGAÇO DE CANA PARA OS PRODUTORES RURAIS

Posted by casciano in Economia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Parceria entre empresa agrícola e Faern disponibilizará cinco mil toneladas de bagaço de cana para produtores.

Teve início nesta semana a parceria entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern) e a Usina Vale Verde para a comercialização do bagaço de cana de açúcar para os produtores rurais afetados pela seca.

Com a parceria, a usina disponibilizará cinco mil toneladas do bagaço.

De acordo com o presidente da Faern, José Álvares Vieira, esse produto servirá para a complementação dos insumos fornecidos aos animais nas fazendas.

“Com o bagaço da cana, que é fonte de alimentação para o rebanho, os nossos produtores poderão amenizar o sofrimento com a estiagem generalizada”, explicou Vieira.

Para comprar o bagaço, com preço diferenciado, o produtor deverá procurar a sede da Federação da Agricultura, localizada na Rua Dom José Tomaz, 995, no bairro do Tirol, e contatar o diretor Ubirajara Lopes Filho.

“Aqui, ele terá todas as informações de como proceder. Cada produtor terá uma cota individual de 10 toneladas, ao custo de 100 reais, cada. Com a nossa autorização em mãos, ele poderá procurar a usina Vale Verde”, informou o presidente da Faern.

O resíduo sólido das usinas de álcool e açúcar (bagaço da cana-de-açúcar) é uma alternativa que pode ser utilizada na alimentação de animais ruminantes, principalmente na época da seca, como fonte de energia fermentável no rúmen.

O bagaço de cana-de-açúcar é um resíduo com alto teor de fibra em detergente neutro (FDN) aproximadamente 80% na MS, sendo este uma fonte de carboidratos estruturais (celulose e hemicelulose) que são degradados no rúmen dos bovinos pelas bactérias celulolíticas, que produzem ácidos graxos voltais (acético, butírico e propriônico) absorvidos na parede ruminal e metabolizados no tecido animal (ruminante) como fonte de energia, essencial para a produção animal.

Com Leonardo Sodré.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *