DOMÍCIO ARRUDA NO DEBATE DOS 21 ANOS DO SUS COM OS VEREADORES DE NATAL

Posted by casciano in Comportamento | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

O Secretário de Estado da Saúde Pública, Domício Arruda, participou na manhã desta segunda-feira (19), na Câmara Municipal de Natal, de uma Audiência Pública sobre os 21 anos do SUS e o modelo de atendimento das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e de Ambulatórios Médicos Especializados (AMEs) na cidade do Natal.

Estiveram presentes, o Vereador Enildo Alves, a Secretária de Saúde do Município, Maria do Perpétuo Socorro, o representante das AMEs, Dalton Novaes e o diretor técnico do Hospital Regional Walfredo Gurgel, João Rabelo.

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado em 1988 e hoje é considerado um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo.

O Sistema oferece o acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país.

Além de oferecer consultas, exames e internações, também promove campanhas de vacinação e ações de prevenção e de vigilância sanitária – como fiscalização de alimentos e registro de medicamentos.

Para o Secretário de Estado da Saúde Pública, Domício Arruda, o SUS tem mostrado a sua evolução, porém deverá se adequar as mudanças que ocorreram no país, ao longo desses anos.

“O maior problema do SUS é o seu sub-financiamento, pois os recursos destinados a saúde pública no país não são suficientes para os investimentos”, falou Domício Arruda.

Na audiência foi levantado também o debate sobre o modelo de gestão dos pronto- atendimentos das UPAs e do atendimento médico especializado nas AMEs.

Para o vereador Enildo Alves, apesar do serviço eficiente, ele não aprova o estilo de gestão.

“Acho que a melhor solução seria a realização de um concurso público para substituir os profissionais de saúde pelos concursados”, disse o vereador.

Segundo a Secretária de Saúde de Natal, Maria do Perpétuo Socorro, os serviços oferecidos ainda não são suficientes para cobrir a demanda da capital.

“Precisamos que os serviços de média e baixa complexidade funcionem para não atrapalharem o funcionamento do atendimento especializado das AMEs”, afirmou a secretária.

Texto: Kelly Barros.

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