GILBERTO JALES PARTICIPA DE OFICINA SOBRE O PROGRAMA ÁGUA DOCE EM BRASÍLIA

Posted by casciano in Política | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

O secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Gilberto Jales, participou na tarde desta terça-feira (8), na Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano em Brasília, de oficina com secretários estaduais sobre o Programa Água para Todos/Programa Água Doce.

O objetivo é compartilhar informações e estratégias relacionadas à execução dos convênios previstos no que tange a implantação, recuperação e gestão de sistemas de dessalinização para fornecimento de água potável em comunidades difusas do semiárido brasileiro.

Além de planejar as ações para potencializar os objetivos propostos e integrar as equipes e parceiros envolvidos no processo.

Amanhã (9), a técnica da Semarh, Jeni Moraes, participa de reunião para apresentação da metodologia de execução dos convênios, esclarecimentos sobre a legislação federal, titularidade das áreas, licenciamento ambiental, arranjo institucional e contratação de obras e serviços.

Ainda neste mês de maio, o Governo do Estado lança o Programa Água Doce em parceria com o Ministério do Meio Ambiente.

Este programa tem o objetivo de instalar, recuperar e dar manutenção em sistemas de abastecimento com o uso de dessalinizadores.

Os recursos no valor de R$ 11 milhões vão beneficiar diretamente 68 comunidades rurais de diversos municípios do Estado.

No dia 29 de abril, o Governo do Estado assinou com o Ministério da Integração Nacional, convênio no valor de R$ 26 milhões do Programa Água para Todos.

Este programa oferece condições para a adoção de medidas estruturantes significativas para o enfrentamento de períodos de seca.

Pelos convênios, R$ 23 milhões serão destinados à implantação de sistemas simplificados de abastecimento d’água em comunidades e aglomerados rurais e R$ 3 milhões para a construção de barreiros.

Serão recuperados e perfurados poços, construídos chafarizes e pequenas redes de distribuição de água, conforme a característica de cada comunidade, viabilizando o acesso à água para as famílias rurais.

Já os barreiros vão permitir água para o rebanho dos agricultores.

Com Ana Luiza Cardoso.

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