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Posted by casciano in Política | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

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 A CORRUPÇÃO NO IPEM-RN

Indignação e revolta, são os primeiros sentimentos que invadem o cidadão comum do Rio Grande do Norte, depois da leitura, mesmo que parcial, do noticiário em torno dos desmandos administrativos praticados no Instituto de Pesos e Medidas do Rio
Grande do Norte, IPEM-RN, sob o comando do ex-presidente do órgão, o advogado Richardson de Macedo Bernardo.

Quando todo o país discute o combate à corrupção e começa a pressionar o Congresso Nacional para tornar hediondos os crimes de corrupção com dinheiro público no país, o estouro da Operação Pecado Capital no Rio Grande do Norte, revela que há a possibilidade de bandidos usarem de cara de pau e certa desenvoltura social, infiltrando-se na sociedade, sob a proteção de um mandato parlamentar.

Não, o advogado Richardson não é parlamentar, mas todo mundo sabe da sua relação de amizade com o deputado Gilson Moura, do Partido Verde. Se esta relação se estende para negócios ou outras situações, somente o curso das investigações vai informar, mas que há indicações disto, há sim.

Taí um exemplo claro do que havíamos descrito anteriormente: mandatos parlamentares parecem ser usados para a proteção de redes de criminosos.

Em tese, sob proteção política, criminosos podem acessar o dinheiro público, ocupar cargos de importância nos governos, praticar crimes, meter a mão, indevidamente, no dinheiro público e depois usar esse mesmo dinheiro para esbanjar, perdulariamente, esnobando, uma riqueza que não veio nem do trabalho honesto, nem de herança e muito menos de sorte em loterias e jogos de azar.

Lamentável que mais um escândalo sobre desvios de dinheiro público esteja acontecendo Rio Grande do Norte, um dos estados mais pobres da federação brasileira.

Tá na hora do Rio Grande do Norte mostrar que nem todos os seus cidadãos são criminosos. Tá na hora de mostrar que é possível separar honestos e desonestos. Tá na hora das instituições públicas reagirem para combater a corrupção. De forma insuspeita.

É por aí!….

 

OPERAÇÃO PECADO CAPITAL ‘DÁ PANOS PRAS MANGAS’

O Governo do Rio Grande do Norte, a Assembléia Legislativa, a Polícia Civil e a OAB têm, no dizer popular, ‘panos pras mangas’, para apurar muita coisa errada e totalmente fora dos propósitos institucionais que aconteceu nos arredores das atitudes e das ações do advogado Richardson de Macedo Bernardo, sua administração como presidente do IPEM-RN e suas relações políticas e policiais.

 

DELEGADO INVESTIGA TRÁFICO DE INFLUÊNCIA NA DEICOT

Na esteira da Operação Pecado Capital, o delegado Júlio Costa está designado, especialmente, para investigar as denúncias de tráfico de influência do advogado Richardson, na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Ordem Tributária e suas relações com a alta cúpula da polícia civil no Rio Grande do Norte.

 

OFICIAL: RICHARDSON FEZ DOAÇÃO PARA GILSON MOURA

Rychardson fez uma doação, oficialmente, de 5 mil e 600 reais para a campanha de reeleição do deputado estdual Gilson Moura, segundo dados oficiais do Tribunal Regional Eleitoral. Muito pouco, considerando-se a amizade entre os dois e o tempo em que Richardson trabalhou como assessor parlamentar do deputado.

 

OFICIAL: RHANDSON FEZ DOAÇÃO PARA GILSON MOURA

Irmão de Rychardson, Rhandson, também aparece nas prestações de contas do Tribunal Regional Eleitoral, como doador para a campanha de reeleição do deputado Gilson Moura. Ele doou R$ 6 mil e duzentos e cinquenta reais.

 

OFICIAL: RICHARDSON FEZ DOAÇÃO PARA PAULO WAGNER…

Afirmando que o advogado Richardson de Macedo Bernardo ‘não me ajudou em nada na campanha”, o deputado federal Paulo Wagner, do PV, deixou que Onório Neto, funcionário do seu gabinete, em Brasília, explicasse que o advogado Richardson na realidade vendeu uma Land Rover, em 2009 para um irmão do deputado, Robson Wagner, que declarou o veículo junto à Justiça Eleitoral uma vez que iria utilizá-lo no pleito.

 

… MAS, NA VERSÃO, CARRO ERA DO IRMÃO, ROBSON WAGNER

Como não foi feita a transferência da titularidade do veículo, o mesmo entrou na prestação de contas do deputado como doação, estimada, e não real. “O carro (de Robson Wagner), que foi comprado em 2009, pouco antes da campanha, foi vendido logo após, no final de 2010. Ele (Robson Wagner) agora tem uma hilux”, declarou Onório Neto.

 

ELES DISSERAM!…

Tem muita gente de Gilson aí.” Do advogado Richardson de Macedo Bernardo, ex-presidente do IPEM-RN.

Tem 53. Tem muita gente, né? (sic). Tem muita gente vagabunda.” De Daniel Vale Bezerra, Assessor Jurídico do IPEM-RN.

Não tenho qualquer dúvida de que a saída do Delegado Matias Laurentino do comando das investigações que vinham apontando indícios da prática de crimes por parte de RYCHARDSON e dos demais investigados no âmbito do IPEM deveu-se à interferência política de RYCHARDSON junto à DEGEPOL.” Do Juiz da 5ª Vara Criminal, José Armando Pontes.

Agi com rigor e transparência e não posso aceitar qualquer insinuação em torno do meu nome com o fato, que está nas mãos da Justiça.” Da ex-governadora Wilma de Faria.

 

ME DISSERAM!…

… Que o advogado Richardson, nos Parrachos de Pirangi, acendia charutos queimando notas de 50 reais. Será?… Não acredito!

… Que o advogado Richardson, voltando dos Parrachos de Pirangi, tirava a areia dos pés, lavando-os com uísque Old Parr, escocês, 12 anos. Será?… Não acredito!

… Que o advogado Richardson fez doações para a campanha do deputado estadual Gilson Moura. Será?… Acredito!

… Que o advogado Richardson fez doações para a campanha do deputado federal Paulo Wagner. Será?… Acredito!

 

SEJA SINCERO!…

– Você acredita que a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, poderia derrubar o ‘espírito de corpo’ que existe naquela casa legislativa e poderia punir, exemplarmente, um deputado estadual, no caso de confirmação das relações com sistemas de corrupção que ferem e agridem a Ética Parlamentar? A própria Assembléia Legislativa punir um deputado? Se liga!!! Fala sério!!!

 

PRA FECHAR… CONTE OUTRA, VIU!

Fechamento desta coluna e duas dúvidas permaneciam: A Assembléia Legislativa instalaria uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, para o caso IPEM-RN? A Assembléia Legislativa poderia instaurar um procedimento de investigação para a criação de um processo ético-disciplinar para aprofundar o conhecimento sobre o envolvimento do deputado Gilson Moura com o caso IPEM-RN? Seria bom, né não?… E haja mais investigação. Sei não, viu?!… Conte outra, vai!

Revista Foco, nas bancas a partir desta segunda-feira.

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