JOSÉ AGRIPINO GARANTE EMPREGO DE CRIADORES DE CAMARÃO

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O esforço do senador José Agripino garantiu o emprego de milhares de criadores de camarão em todo o Nordeste.

Durante a votação do Código Florestal, no Senado, foi aprovada emenda do parlamentar potiguar que permite a carcinicultura nas áreas de “apicum”e “salgado”.

A proposta foi acolhida pelo relator Jorge Vianna (PT-AC), aprovada, e deve ser ratificada na votação do Código a ser feita na Câmara dos Deputados, em 2012.

“No Apicum só nasce um matinho rasteiro, mas serve para cultivar camarão, para gerar 30 mil empregos no meu estado. No salgado você tem a saída do rio para o mar. É lá onde se instalam as salinas. Geram outros 45 mil empregos entre diretos e indiretos”, afirmou o senador, ao defender sua emenda no Plenário.

O Rio Grande do Norte produz hoje 95% do sal consumido no Brasil.

Para ver aprovada sua emenda, José Agripino, por várias semanas, recebeu produtores, salineiros, procurou técnicos do Ministério do Meio Ambiente, conversou longamente com os líderes no Senado.

As articulações não pararam nem mesmo no dia em que o parlamentar do RN foi reconduzido à presidência do DEM.

Pouco antes da cerimônia do partido, o senador reuniu-se com o relator Jorge Vianna para acertar os detalhes finais de sua emenda.

“Os apicuns e os salgados estavam demonizados e estávamos num impasse. Era quase impossível encontrar uma saída para a utilização correta e racional dessas regiões no Código Florestal. Eram confundidos com o mangue, que tem caranguejos e madeira. Mas o importante é que o meio ambiente será preservado”, explicou o senador.

O Código Florestal foi aprovado no Senado por 59 votos a sete.

O texto é uma das mais avançadas legislações sobre o tema em todo mundo, por definir qual o percentual de área que deve ser preservada em cada propriedade rural no Brasil, principalmente nas margens de cursos d’água.

O Código prevê anistias para pequenos produtores que desmataram suas matas e determina quais serão as punições para as agressões à natureza que ocorrerem após sua aprovação.

Texto: Rominna Jácome.

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