JULIANA ARAÚJO ACHA IMPROVÁVEL QUE IVETE SANGALO TENHA CONTRAÍDO MENINGITE EM NATAL

Posted by casciano in Comportamento, Pessoas | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

SESAP descarta que a cantora Ivete tenha contraído Meningite no RN.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública(SESAP), através da Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE), diante do fato  de a cantora Ivete Sangalo ter contraído Meningite, vem esclarecer à população sobre os aspectos clínicos e epidemiológicos da doença.

Para a Subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, Juliana Araújo, é quase improvável que a cantora tenha contraído a doença no estado, devido ao período de incubação da doença que varia entre 2 a 10 dias.

“Mas apesar disso, estaremos realizando a vigilância para descartar qualquer tipo de fonte de transmissão”, falou Juliana Araújo.

A SUVIGE tem um papel no Estado de Coordenar, Recomendar e Adotar medidas de prevenção de controle das doenças.

Neste caso, da Meningite, foram notificados no ano de 2011, 295 casos e, confirmados, 167 casos.

“São números esperados durante o ano, já que é uma doença endêmica. Porém o Rio Grande do Norte não tem vivido nos últimos anos nenhum surto de meningite”, disse  Juliana.

A meningite é considerada uma doença endêmica.

Portanto, casos da doença são esperados ao longo de todo o ano, principalmente no inverno, com a ocorrência de surtos e epidemias ocasionais.

É causada por diversos agentes infecciosos como bactérias, vírus, parasitas e fungos.

As meningites bacterianas são clinicamente mais graves e tem maior importância em saúde pública  pela sua capacidade de ocasionar surtos e epidemias.

As meningites virais (assépticas) podem se expressar por meio de surtos, porém com pouca  gravidade.

Entre os sintomas  estão a febre alta, dor de cabeça, vômitos em jato, náuseas e rigidez de nuca.

O período de incubação varia entre 2 e 10 dias.

A transmissibilidade ocorre, normalmente, através do contato direto, de gotículas e secreções nasal e da garganta do doente.

Texto: Kelly Barros.

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