JURANDIR SANTIAGO RECEBE PRESIDENTES DAS FEDERAÇÕES DE AGRICULTURA DO NORDESTE NO BNB

Posted by casciano in Economia | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Nesta segunda-feira (31), às 12h, o presidente do Banco do Nordeste, Jurandir Santiago, recebeu na sede da instituição, em Fortaleza, os presidentes de federações de agricultura de toda a região Nordeste para uma reunião.

Na ocasião, os representantes dos produtores rurais conversaram sobre criação de linhas de crédito, endividamento rural e FNE, entre outros assuntos.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira, essa reunião já vinha sendo planejada e serviu para colocar diversos pontos que cercam diretamente o produtor rural nordestino.

“Desde agosto que estamos nos organizando para termos essa conversa com o presidente do BNB. A idéia é expor as nossas sugestões para o setor rural e também o momento ideal para discutirmos questões como os investimentos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), para o exercício de 2012”, lembrou Vieira.

Os representantes das federações da agricultura também pediram ao presidente do Banco do Nordeste que observe melhor a questão da burocracia da instituição financeira com relação aos produtores rurais.

“Pedimos ao presidente que desburocratize a negociação das dívidas rurais por meio das regras usuais adotadas pelo BNB. Com isso, reduziremos a documentação exigida para a formalização da negociação”, ressaltou Vieira.

O presidente da Faern lembrou que os presidentes de Federações da Agricultura aproveitaram a reunião com Jurandir Santiago para exibir os trabalhos desenvolvidos pelas entidades em favor dos produtores rurais em seus estados.

“Também reivindicamos a reinserção, imediata, do médio produtor rural nos financiamentos com recursos do FNE, no exercício 2011, a eliminação da tarifa da “carta-consulta” das operações de crédito rural no âmbito do FNE, como ocorre para os demais fundos constitucionais e a criação de uma linha de crédito especifica para o custeio agrícola/cerrado/nordestino, da mesma forma que esta sendo criada uma linha de crédito para os perímetros irrigados”, concluiu Vieira.

Texto: Paulo Correia.

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