PAULO DAVIM PRESTA CONTAS DO SEU TRABALHO EM 6 MESES NO SENADO

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De fevereiro até julho de 2011, o senador Paulo Davim fez 50 pronunciamentos e apresentou seis projetos de lei e seis requerimentos no Senado Federal.

Davim cumpriu o 1o semestre no Senado Federal com presença marcante na maior Tribuna do Legislativo brasileiro fazendo pronunciamentos em defesa de temas que versam sobre os direitos da coletividade praticamente todos os dias.

Davim estreou esse ano no Senado, sendo o único senador do Partido Verde no Brasil e, portanto, líder do seu partido naquela Casa, na qual participa de três Comissões tématicas: Assuntos Sociais, que trata dos temas pertinentes à saúde, uma premissa de sua vida política; Meio Ambiente, que tem a ver com as bandeiras do seu partido e a Comissão dos Direitos Humanos, cuja atuação é ampla, podendo passar desde a questão da mortalidade infantil, desemprego, questões educacionais, ou outros temas relacionados à consolidação dos direitos humanos.

Também é vice-presidente da Subcomissão das Águas, cuja presidente é a senadora Marisa Serrano.

“No trabalho no Senado tenho mantido minha coerência ideológica e propositiva, com bandeiras que sempre pautaram minha trajetória política: Saúde e o Meio Ambiente.

Em se tratando da saúde, todos sabem que é um tema que vai além do meu mandato”, afirma o senador.

Propostas para o refinanciamento do Sistema Único de Saúde, SUS, sem onerar o bolso do contribuinte, podem ser consideradas pontos altos de sua atuação como Senador da República.

Davim apresentou alguns projetos de lei com esse intuito:

– O Projeto de Lei 193/2011, propõe a alteração do Código de Trânsito Brasileiro para dispor sobre aplicação da receita das multas, de modo que 15% do valor seja direcionado para a Saúde pública brasileira, já que os gastos com os acidentes de trânsito nessa área são consideráveis.

– Projeto de Lei 313/2011, dispõe sobre a destinação dos recursos das premiação das loterias federais, administradas pela Caixa Econômica Federal, que não são reclamadas pelos seus ganhadores, que sejam destinados percentual para o Programa Saúde da Família.

– Projeto de Lei 224/2011, que altera a Lei 8.072 de 1990, que trata dos crimes hediondos, de maneira a acrescentar que sejam também hediondos os crimes que envolvem o patrimônio, bens, valores e recursos públicos destinados à saúde.

Em seus argumentos políticos, permeiam sua experiência como médico cardiologista e intensivista na Rede Pública de Saúde.

Defensor da votação da Emenda 29, ele diz que uma vez aplicada poderá gerar um aporte de recursos para a saúde de R$ 5 bilhões:

“O Brasil investe apenas 4% do seu PIB em saúde. Ficamos atrás de países como Argentina, Chile, Paraguai, Portugal e muitos outros. E essa situação precisa mudar”, defende.

Com Sheyla Azevedo.

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