TELEMEDICINA FACILITA MAIS DE 200 MIL DIAGNÓSTICOS CARDIOLÓGICOS

Posted by casciano in Comportamento | Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Programa de Telemedicina do RN atinge 200 mil diagnósticos cardiológicos

O Programa de Telemedicina da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) atingiu, nesta semana, um total de 200 mil diagnósticos cardiológicos realizados. Primeiro Estado do País a implantar esse programa como política pública, o RN, através dos 238 aparelhos de eletrocardiogramas portáteis implantados em seus 167 municípios, já realizou 112.594 exames na população.

Com o Programa de Telemedicina, médicos de qualquer parte do RN enviam os eletrocardiogramas por meio de telefonia fixa, celular ou internet para uma Central, onde uma equipe médica de plantão faz a análise e elabora o laudo, em média, dentro de cinco minutos.

O diagnóstico é enviado ao local de origem, imediatamente e, se o caso for de emergência, os cardiologistas de plantão entram em contato com o médico para orientar quanto aos primeiros procedimentos a serem tomados.

Assim, o programa facilita a atuação do médico generalista (clínico), além de oferecer um atendimento ágil ao paciente, que, com o diagnóstico recebido, vai direto para a unidade de saúde mais próxima.

O sistema funciona em todos os tipos de unidades de Saúde, como hospitais, policlínicas, unidades básicas e unidades de saúde da família. O Rio Grande do Norte é o Estado brasileiro que possui maior quantidade destes aparelhos

Segundo o Coordenador do Programa de Telemedicina, Carlos Eduardo de Albuquerque Costa, também já foram implantados, como projeto piloto, o Tele MAPA (Pressão arterial) e Tele Holter (frequência cardíaca) nos municípios de Caicó e São José de Mipibu, encontrando-se em fase de implantação nos municípios de Currais Novos e João Câmara.

Através do programa, informou o coordenador, “a Sesap possui, hoje, um banco de dados altamente rico e que vem sendo trabalhado com o objetivo de buscarmos soluções e melhorias nas assistências, de maneira organizada, descentralizada e regionalizada”.

Texto: Kelly Barros.

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