WILSON CARDOSO É, LEGALMENTE, CANDIDATO A PRESIDENTE DO CREA NO RIO GRANDE DO NORTE

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Comissão eleitoral do CREA – RN julga recurso e acata a candidatura do engenheiro Wilson Cardoso.

A decisão foi no inicio da noite desta quinta-feira, 08, no plenário do conselho, à unanimidade dos membros da Comissão Eleitoral.

O principal candidato de oposição a presidência do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio Grande do Norte (CREA/RN) em 08 de novembro, o engenheiro eletricista Wilson Cardoso, teve a sua candidatura deferida à unanimidade pela Comissão Eleitoral, que acatou o recurso imposto nesta segunda-feira, 05, destacado por defesa oral do seu advogado, Marcelo Maranhão, no final da tarde desta quinta-feira.

O indeferimento estava baseado no fato de Wilson Cardoso ser o presidente do Clube de Engenharia do Rio Grande do Norte, embora o Conselho Federal de Engenharia (Confea) já haver estabelecido nas regras das candidaturas aos Creas em todo o Brasil que não havia a necessidade de desincompatibilização.

Um grupo de engenheiros e arquitetos, entusiastas da candidatura de Wilson Cardoso esteve presente ao plenário.

Antes da reunião, ainda no saguão de recepção do CREA, vários profissionais se mostraram decepcionados com o posicionamento político da Comissão Eleitoral, mas acreditavam que os membros iriam acatar o recurso, como terminou acontecendo, por falta absoluta de embasamento legal para se manter.

O advogado Marcelo Maranhão foi enfático na defesa oral do recurso do candidato, baseado no fato de que não existia a exigência de licenciamento, de acordo com resolução do Confea:

“Os artigos da resolução reforçam a legitimidade da candidatura de Wilson”, disse o advogado. “Existe jurisprudência nesse sentido e não a ampliação da interpretação. O Clube de Engenharia é uma associação civil e sem fins lucrativos. O presidente do clube não recebe remuneração e tampouco a sua diretoria”, concluiu Maranhão.

O candidato Wilson Cardoso disse que a decisão de não se afastar do clube foi pensada:

“Fui candidato há seis anos e não precisei me licenciar do clube”, disse Cardoso.

“Também não podia deixar o comando do Clube de Engenharia em pleno processo de comemoração dos 75 anos da instituição, que inclusive ajudou a fundar o CREA do Rio Grande do Norte. Consultei quatro advogados e sabia que não havia impedimento legal”, ressaltou, lembrando que clube estava enfrentando uma grande dificuldade financeira em função da quebra de repasse de recursos oriundos de convênios com o próprio CREA, que desde janeiro não são repassados para o Clube de Engenharia.

“Eu não poderia abandonar o clube nesse momento”, concluiu o candidato a presidência do CREA.

Texto e foto: Leonardo Sodré.

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