WILSON CARDOSO E OS 75 ANOS DO CLUBE DE ENGENHARIA

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O engenheiro Wilson Cardoso, presidente do Clube de Engenharia do Rio Grande do Norte, revelou em entrevista a trajetória e a importância da entidade, que completou 75 anos de atividades em agosto.

Cardoso está no quarto mandato como gestor do CE.

“O Clube de Engenharia é a entidade mais antiga da área de engenharia do Rio Grande do Norte”, informou Wilson.

“O CE foi o precursor das entidades de engenharia no estado. Foi no clube que nasceu o curso de engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e também o primeiro cursinho preparatório para o vestibular de engenharia”, completou o presidente.

Wilson Cardoso também informou que o Clube de Engenharia foi o responsável pela criação do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do RN (CREA), Sindicato dos Engenheiros e Instituto de Arquitetura do RN.

“A principal missão do clube é a de congregar os associados e discutir as questões das engenharias”, informou.

“O clube foi criado em 28 de agosto de 1936 pelo engenheiro Gentil Ferreira de Souza e desde daquela época vem participando de movimentos importantes, sem esquecer a área social”, ressaltou.

“O Clube de Engenharia sempre passou por dificuldades, principalmente de ordem financeira. Há dez anos, quando assumimos pela primeira vez a presidência, realizamos um trabalho de soerguimento, que funcionou muito bem por causa da participação dos sócios e diretores. Nesta gestão formamos uma diretoria pensando em tudo o que o clube fez nos últimos 75 anos”, enfatizou Wilson Cardoso.

“Ampliamos o leque de discussões técnicas enfocando os problemas de Natal e do RN”, lembrou.

“Os diretores participam ativamente das assembléias, que são abertas a qualquer sócio”, disse o presidente.

Ele informou que o clube recebe engenheiros de todas as especialidades, arquitetos e técnicos de nível médio.

Instado a falar sobre sua candidatura a presidência do CREA em 08 de novembro, disse que a entidade era composta por conselheiros indicados por entidades representativas e também eleitos e que apesar de ter um presidente o “modus operandi” era parlamentarista.

“Na verdade o CREA deveria dar apoio e ouvir as entidades envolvidas. Quero trazer as entidades para dentro do conselho, que precisa apoiá-las porque até agora o CREA não vem de encontro a elas”, finalizou.

Texto: Leonardo Sodré.

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